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Psicanálise e Política - A vida em comum
"Lidar com a liberdade, com a responsabilidade individual, é difícil demais. É mais fácil transferir essa carga para alguém que se apresenta como figura paterna. E é aí que vemos a transferência coletiva em ação. Na clínica, nós, psicanalistas, sabemos que o paciente deposita em nós tanto amor quanto hostilidade. Na política, o cidadão faz o mesmo com seus líderes: ama-os cegamente e depois os odeia com a mesma intensidade. "

Olivan Liger
10 de out.6 min de leitura


Amor na atualidade - Psicanálise e afetos
O relacionamento contemporâneo é menos uma instituição fixa e mais um espaço de negociação constante. Diferente do modelo tradicional, em que regras externas ditavam como amar ou permanecer junto, hoje os casais precisam criar suas próprias regras. Cada casal tem o seu “livrinho”. Isso significa conversar sobre exclusividade ou abertura, redefinir papéis na rotina, negociar expectativas sobre futuro, filhos, carreira.

Olivan Liger
18 de set.3 min de leitura


Adolescência na atualidade - Psicanálise e crescer
A adolescência sempre foi um período muito turbulento. Já sabemos disso há muito tempo: um período de mudanças, de estranheza com o próprio corpo. A adolescência é também um tempo de muitas contradições e descobertas.
Mas, na atualidade, a adolescência ganhou contornos inéditos. Estamos falando de jovens que nasceram em um mundo conectado, digitalizado, globalizado e, ao mesmo tempo, um mundo totalmente instável.

Olivan Liger
18 de set.4 min de leitura


DE FREUD À CONTEMPORANEIDADE: A VITÓRIA DA RELIGIÃOSOBRE O SABER CIENTÍFICO
Relendo os escritos de Freud O Mal estar na cultura e O futuro de uma ilusão,
textos nos quais Freud faz referências ao papel da religião na vida do homem
moderno, o presente artigo busca compreender as mudanças desde a época que Freud escreveu sobre o tema no que se refere ao papel e funções da religião na pós-modernidade. A expectativa freudiana de que o saber científico desmontaria a estrutura da religião e proveria o homem do alento necessário para enfrentar o destino

Olivan Liger
29 de ago.14 min de leitura


Implicação do Real pelo Coronavírus -Psicanálise e social
Precisamos encarar a pandemia de alguma forma, seja ela histericamente ou através do que Freud consolidou como negação. O lugar narcisista da humanidade como toda-poderosa dos acontecimentos naturais foi posta em xeque. A chegada de um inimigo real e biológico nos colocou em uma posição de dúvida sobre o que temos controle,
Matt Papp
17 de jul.13 min de leitura


Intolerância : Você tolera a in-tolerância?
Bom, este tema – a intolerância - tem comparecido cada vez mais nas mídias, nos noticiários, principalmente na questão racial/religiosa. Estou me referindo aos grupos extremistas, como por exemplo, o autodenominado Estado Islâmico, cujas ações, justificadas por eles, são movidas por uma identidade religiosa.

Henrique Senhorini
26 de jun.13 min de leitura


Drogas: destino de uma ilusão?
“O toxicômano representa de alguma maneira, o ideal do discurso capitalista, um sujeito que consome a mesma coisa durante anos, a tal ponto que de sua prática, ele se torna aquele que sustenta um modo de pensar: ‘o homem moderno’.”

Henrique Senhorini
26 de jun.21 min de leitura


FREUD: PARADIGMA DEL SUICIDIO ASISTIDO
Sigmund Freud fue una de las personalidades más importantes y destacadas del siglo xx, no sólo en su campo, la psicología moderna, sino que sus ideas cambiaron la percepción que hombres y mujeres de su siglo tuvieron de sí mismos; al mismo tiempo, sus descubrimientos fueron semillero para la reflexión y la creación y aparecen recogidos y transformados principalmente en la literatura y el arte. El lenguaje freudiano se convirtió en una valiosa herramienta para la comprensión d

Myriam Rudoy C,
9 de jun.15 min de leitura


PSICANÁLISE E LIDERANÇA NO AMBIENTE CORPORATIVO
O objetivo desse texto não é realizar nenhuma análise psicanalítica acerca das figuras de liderança, que fique claro. Nosso objetivo é...

Melanie Salgado
28 de mai.4 min de leitura


Reflexões sobre a Cracolândia
O que parece fundamental lembrar: É uma doença familiar. É uma doença da família. E vai se manifestar naquele que será a “lata de lixo” da família. A família tem que ser tratada também. Na impossibilidade, o drogadicto precisa enxergar esses laços doentes.
Nunca a violência resolve. Violência com dependente químico é enxugar gelo. E é indigno. Afasta. Marca. Feito gado. Joga na Nau dos Loucos.

Nancy Nuyen Ali Ramadan
28 de mai.3 min de leitura


NOS CAMINHOS DA VIOLÊNCIA - DISCRIMINAÇÃO E VIOLÊNCIA
Freud afirma que antes do amor, existe o ódio. O estado de indiferença relacional e ao mundo, que o bebê se encontra nos primeiros momentos de vida é a própria presença do ódio. Sendo a destrutividade uma pulsão natural do ser, e pela impossibilidade de auto-destruição, surge então a agressividade ao meio como derivativo dessa pulsão.

Olivan Liger
13 de mai.7 min de leitura
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